Transformação estratégica que levou uma empresa de crédito com produto único a um hub financeiro com 11 produtos — crescendo de 800 mil para 1,3 milhão de usuários.

EVOLUÇÃO VISUAL DA INTERFACE · 2024 → 2025
A empresa tinha apenas 1 produto principal de crédito, bem estabelecido, mas com crescimento limitado. A necessidade estratégica era clara: expandir o portfólio e diversificar receita para sustentar o crescimento de longo prazo.
O objetivo era acelerar o crescimento de receita através da criação de um ecossistema financeiro completo, maximizando o valor por cliente e aumentando as oportunidades de cross-selling entre diferentes produtos e serviços.
O design entrou como facilitador estratégico — ponte entre a visão de negócio e a execução técnica, garantindo que cada novo produto fosse integrado de forma coerente na experiência do usuário.
2024 · Ponto de partida
2025 · Hub completo
O ponto de partida foi mudar a percepção do design de um papel operacional para um papel estratégico e orientado a resultados. Isso significou alinhar cada decisão de design a um objetivo maior do negócio — seja reduzir custo de aquisição, aumentar retenção ou elevar receita por cliente.
Mapeamos junto às áreas de produto e negócio quais metas estratégicas queríamos impactar e quais comportamentos dos usuários precisávamos incentivar. A partir disso, o design passou a atuar como ponte: cada fluxo, componente ou microinteração foi desenhado não apenas para resolver um problema de usabilidade, mas para mover indicadores críticos.
Ponte entre visão de negócio e execução técnica
Ideias em experiências tangíveis
Foco constante no usuário
Definição da visão estratégica e objetivos do hub de multiprodutos. OKRs compartilhados com produto e negócio.
Análise do mercado e melhores práticas em ecossistemas financeiros. Identificação de oportunidades e gaps.
Levantamento de necessidades e insights dos usuários e stakeholders. Entrevistas, pesquisas e análise de dados.
Estruturação da jornada do usuário e hipóteses de valor. Priorização por impacto sobre esforço.
Criação de protótipos e redesign da experiência completa. Componentes reutilizáveis para escalar o hub.
Testes de usabilidade e validação das hipóteses com usuários reais. A/B tests e rollouts graduais.
Rollout gradual e monitoramento dos resultados. Reports mensais conectando entregas às metas estratégicas.
O processo começa com a formação de hipóteses embasadas em evidências — nunca em achismo. Cruzamos dados quantitativos (analytics, funil de conversão, comportamento em tempo real) com dados qualitativos (entrevistas, pesquisas e feedbacks) para entender o "o que" e o "porquê" por trás dos comportamentos.
Ao redesignar a jornada de onboarding do cartão, percebemos nos dados do Clarity e do funil que havia abandono em etapas específicas. Entrevistas nos mostraram as razões dessas desistências. A combinação dos dois tipos de dados guiou nossas decisões de simplificação, o que reduziu o abandono em 38% e aumentou significativamente a ativação.
Adotamos ciclos curtos de teste e aprendizado, com rollouts graduais e A/B tests, para validar hipóteses rapidamente e ajustar rotas conforme necessário.
OKRs compartilhados e rituais conjuntos com produto e negócio
Quantitativo + qualitativo + testes contínuos com usuários reais
Impacto sobre esforço — foco no que realmente move indicadores
Rollouts graduais, A/B tests e validação rápida de hipóteses
2024 · Base sólida
6 produtos2025 · Hub completo
11 produtosO ponto de partida foi mudar a percepção do design de um papel operacional para um papel estratégico. Isso significou alinhar cada decisão de design a um objetivo maior do negócio — seja reduzir custo de aquisição, aumentar retenção ou elevar receita por cliente. Essa integração aconteceu por meio de rituais conjuntos, OKRs compartilhados e reports mensais que mostravam como nossas entregas impactavam diretamente as metas estratégicas.
Nosso processo começa com a formação de hipóteses embasadas em evidências — nunca em achismo. Cruzamos dados quantitativos (analytics, funil de conversão, comportamento em tempo real) com dados qualitativos (entrevistas, pesquisas e feedbacks) para entender o "o que" e o "porquê" por trás dos comportamentos. Adotamos ciclos curtos de teste e aprendizado, com rollouts graduais e A/B tests, para validar hipóteses rapidamente.
A priorização sempre parte de um princípio simples: impacto sobre esforço. Antes de decidir o que desenhar ou construir, avaliamos qual problema resolve, qual métrica de negócio influencia e qual a relação entre esforço e resultado esperado. Com isso, conseguimos entregar resultados relevantes rapidamente e criar confiança no processo, ao mesmo tempo em que pavimentamos o caminho para iniciativas maiores e mais estruturais.
"O design se consolidou como parte ativa das decisões que movem a empresa — não apenas como uma etapa do processo."
MONICA BARROS · DESIGN MANAGER