Em meio a mudanças estratégicas, o time de UX precisava ganhar clareza de papéis, fortalecer a cultura e evoluir em maturidade — chegando a um eNPS de 97.

Em meio a mudanças estratégicas na empresa, o time de UX enfrentava um momento crítico: falta de clareza de papéis, cultura fragmentada e baixa maturidade em métricas. O desafio era transformar esse cenário sem perder as pessoas no processo.
O foco foi em três frentes simultâneas: clareza de expectativas (o que se espera de cada pessoa em cada nível), fortalecimento da cultura (rituais, comunicação, pertencimento) e evolução em maturidade de métricas (conectar entregas de design a resultados de negócio).
O resultado foi um time que chegou a eNPS 97 e índice de felicidade 5,0/5 — números que refletem não só satisfação, mas engajamento real com o trabalho e com a direção da área.
Definição de expectativas por nível de carreira. Cada pessoa sabia exatamente o que era esperado dela e o que precisava desenvolver para crescer.
Rituais de time, comunicação transparente e espaços de escuta ativa. A cultura foi construída de forma intencional, não por acaso.
Conexão entre entregas de design e resultados de negócio. O time aprendeu a medir o impacto do seu trabalho e comunicar isso para a empresa.
"Liderar um time de design é, antes de tudo, criar as condições para que pessoas talentosas possam fazer o melhor trabalho das suas vidas."
MONICA BARROS · DESIGN MANAGER